A exemplo do ex-procurador e ex-deputado federal Deltan Dallagnol, O senador (e ex-juiz da Lava Jato) Sergio Moro (União/PR) tentou "pegar carona" na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Gomes.
De acordo com o jornalista Reinaldo Azevedo, o ex-juiz (considerado suspeito pelo STF) afirmou que "o PT ainda vai morder a língua porque a delação premiada vai se revelar um instrumento eficaz para elucidar crimes". Mas o jornalista lembrou que a delação serve pra se buscar provas e não ser usada como prova como fez a dupla ex-juiz e ex-procurador na Lava Jato.
Moro fez esse comentário e Azevedo o "retrucou" por cauda da delação do ex-bombeiro Élcio Queiroz que confessou ter dirigido o carro onde estava Ronaldo Lessa, acusado de ser o autor dos tiros contra Marielle e Anderson.
Reinaldo Azevedo também afirmou:
"A delação de Queiroz, como prevê a lei de forma explicita desde 2019, não foi usada como prova, mas como instrumento de investigação para se chegar à dita-cuja."