Discutir se deve existir pena de morte ou não, não é assunto para comentários de leitores (sem conhecimento) ou de rede social (onde muitos "criadores de conteúdo digital" fazem parte de uma legião de idiotas que só querem "lacrar"). É um tema sério, delicado, que só deve ser debatido por especialistas.
Dito isso, minha nobre e meu nobre, depois de um atraso na execução (por decisões judicias conflitantes), médicos do estado do Tennessee foram cumprir a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos. Nessa quarta-feira, 30, Christa Pike recebeu duas injeções de pentobarbital e ela nem perdeu a consciência.
Como a tentativa de matar a ré não deu certo, as autoridades do estado decidiram suspender, pelo menos, até o fim do ano, a execução. Óbvio que, numa situação dessas, a pessoa tem sofrimentos físicos e mentais.
Christa está no corredor da morte por ser acusada de ter matado, em 1995, quando tinha 18 anos, uma colega. Ela teria contado com a ajuda ajuda do então namorado e de um amigo.
O Escritório de Direitos Humanos da ONU afirmou estar preocupado com o aumento do número de execuções nos EUA e pediu para que o governo do Tennessee não faça mais nenhuma tentativa de executar Pike:
"O caso de Christa Pike expõe múltiplas razões pelas quais a pena de morte deve ser abolida. O sofrimento prolongado - físico e mental - decorrente de múltiplas tentativas fracassadas de execução é abominável e cruel. E ainda há questões fundamentais sobre um julgamento justo que permanecem sem resolução".
* A imagem (meramente ilustrativa) tem o auxílio da I.A. Não é a representação real do procedimento nos EUA.










