Quem afirma não é esse humilde escriba. Mas sim a PGR - Procuradoria-Geral da República: A Procuradoria apontou que a Polícia Federal não achou negócio fechado entre Fábio Luís da Silva (chamado de "Lulinha" pela imprensa patronal), filho do presidente Lula (PT), e o poder público.
Afirmação da PGR e publicada pela revista Forum. O parecer da PGR enfraquece um dos principais pontos da investigação: A suspeita de que Fábio Luís teria usado a proximidade dele com o presidente do país para viabilizar negócios com o governo federal.
Isso quer dizer que o rapaz não deve ser investigado?
Não se trata disso. A própria defesa dele pediu que continue sendo investigado, mas na primeira instância e não no Supremo. A PGR disse: A suposta atuação atribuída ao filho de Lula e à empresária Roberta Luschinger - em favor do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o popular "Careca do INSS" - não resultou em negócio com órgãos públicos.
O relator do caso no STF é André Mendonça. O ministro ainda não se manifestou se vai enviar o inquérito para a primeira instância ou se vai manter no Supremo. Argumento da PGR: Não há autoridade com foro privilegiado envolvida na investigação. O fato de Fábio Luís ser filho de Lula não confere a ele foro privilegiado.
Ou seja, qualquer informação, nesse sentido, até a manhã dessa sexta-feira, é puro chute. Mendonça ainda não deu uma canetada sobre esse assunto.
E sempre (sempre!) que surge alguma denúncia contra Flávio Bozonaro (PL), a imprensa patronal busca "empatar" buscando algo contra o filho de Lula (PT).











