quarta-feira, 4 de novembro de 2026

𝗢 𝗖𝗔𝗡𝗧𝗢𝗥 𝗘 𝗢 𝗣𝗔𝗣𝗔: BOB DYLAN ESTÁ..."𝙆𝙉𝙊𝘾𝙆𝙄𝙉' 𝙊𝙉 𝙏𝙃𝙀 𝙃𝙀𝘼𝙑𝙀𝙉'𝙎 𝘿𝙊𝙊𝙍" ?

                                                       



    O cantor e poeta Bob Dylan afirma que "a resposta, meu amigo, está soprando ao vento". Isso desde 1962 quando ele compôs a canção. Em 1973, se viu "batendo na porta do paraíso". Portanto, antes de tudo, e  na dúvida, é bom dar uma consultada no representante direto de Deus na Terra, o Papa Leão XIV.
    Nessa quarta-feira, 4, o sumo pontífice recebeu o artista em uma audiência privada no Vaticano. Dylan  não foi até lá especialmente para isso. Ele aproveitou que está em Roma para se apresentar nessa quinta-feira,5, no Palazzo dello Sport. 
    O Papa de 71 anos e o cantor de 85, são americanos e têm uma admiração mútua. Ambos defendem mensagens de paz e o desarmamento.
    Eles trocaram presentes simbólicos: O Papa entregou um terço ao cantor que retribuiu com um exemplar da autobiografia dele, "Chronicles - Vol, 1".
    No encontro chamou a atenção a roupa de Bob Dylan: Usava um casaco com touca. Tudo preto. Parecia aqueles monges da Idade Média.
    Ou um personagem de livro do Dan Brown.

    







𝗧𝗢𝗥𝗡𝗔𝗗𝗢 ATINGE 𝗖𝗛𝗔𝗣𝗘𝗖Ó E CAUSA 𝗠𝗨𝗜𝗧𝗔 𝗗𝗘𝗦𝗧𝗥𝗨𝗜ÇÃ𝗢 NO OESTE CATARINENSE

                                 



        Foi na manhã dessa quarta-feira, 4. Algumas áreas do município de Chapecó foram atingidas. O caminho principal do tornado passou pelo aeroporto. A velocidade do vento chegou a 126 quilômetros por hora, de acordo com o INMET - Instituto Nacional de Meteorologia.
    Isso oficialmente, porque segundo a Defesa Civil, as primeiras análises de radar indicam que o sistema de tempestade (tornado mais o fenômeno chamado downburst) pode ter gerado ventos de até 150 quilômetros por hora.
    O aeroporto que teve instalações destruídas vai ficar fora de operação por tempo indeterminado.
    O tornado também derrubou barracões, postes, árvores, destelhou e derrubou casas.

    Veja o vídeo.


       

(IMAGENS: YOUTUBE/BAND PARANÁ)


    


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𝗙𝗔𝗦𝗖𝗜𝗦𝗠𝗢 PERDE FORÇA NO NORTE COM 𝗗𝗘𝗥𝗥𝗢𝗧𝗔 𝗗𝗘 𝗧𝗥𝗨𝗠𝗣... NO SUL,𝗠𝗜𝗟𝗘𝗜 É A "𝘽𝙊𝙇𝘼 𝘿𝘼 𝙑𝙀𝙕" PRA "𝘾𝘼Ç𝘼𝙋𝘼"

   



     Lula venceu no Brasil. Vitória de virada no segundo turno. Como o presidente eleito para o quarto mandato já disse, usando uma expressão do futebol: "Eu sou bom no mata-mata!"
    E esse princípio de que é possível derrotar o fascismo foi levado para os EUA. Pogressistas, democratas e humanistas em geral meteram o L pra mostrar que um poder imperial pode ser derrubado. A história mostra isso. Quem estuda e lê sabe disso.
    Ser patriota é uma coisa. Ser patriotário é outra. Defender a nação é uma virtude. Mas ser um nacionalista agressivo na base do "só nós somos o país" - em relação ao público interno - e "nosso país é o melhor, o de vocês é lixo" - em relação ao público externo. Aí é ser fascista de carteirinha e juramentado.
    Na base do respeito aos direitos humanos, aos direitos de TODOS (inclua-se gays, negros, indígenas, pobres, idosos, mulheres), com atitudes democráticas e com o discurso do "só o amor constrói", Lula ergueu uma vitória contra um candidato miliciano. 
    Donald "Tramp" perdeu as eleições do meio de mandato. Ainda é o presidente. Mas sai enfraquecido. E esse dominó fascista que cai por lá deve atingir a extrema direita em toda a América Latina.  
    Depois do Poderoso Chefão da Casa Branca, qual vai ser o próximo?
    Tudo indica que, pela ordem, vai ser Javier "El Loco" Milei, porque a Argentina vai ter eleições presidenciais logo ali, em 2027.
    Porque, como bom sabujo de Washington, Milei usou os mesmos métodos políticos do presidente americano. Na economia, favoreceu o capital, as grandes empresas. O custo de vida disparou, o desemprego aumentou. Em algumas regiões do país, a população paupérrima passou a comer carne de burro porque era a mais barata. Na  política, usou a retórica agressiva do "mito" dele americano. Tratando adversários como inimigos.
    Usa uma motosserra como símbolo para "cortar" gastos públicos. Mas especialistas argentinos ouvidos/lidos por esse blog Bora Pensar! afirmam que o que ele corta são serviços essenciais como saúde, educação, aposentadorias e investimentos em infraestrutura.
    Se a eleição depender só do "ambiente interno" do país, Milei está bem encaminhado para... perder a eleição. Mas tem o fator externo que também influencia.
    Um é essa queda da força política do "Laranjão".
    Outro é a ajuda que a esquerda começa a receber com a sinalização do deputado André Janones de criar o "Ejército del Peronismo".
    "SÍ, ES POSIBLE"






 



𝗧𝗢𝗣... 𝗧𝗢𝗣... 𝗧𝗥𝗨𝗠𝗣 : DEMOCRATAS 𝗩𝗘𝗡𝗖𝗘𝗠 𝗔 𝗘𝗟𝗘𝗜ÇÃ𝗢 NOS ESTADOS UNIDOS

                            

        


        Na política internacional esse fim de ano (até agora...) não poderia ser melhor: Lula venceu com uma virada histórica um candidato miliciano. Isso mostrou ao mundo que (sim!) é possível derrotar o fascismo. 
    A vitória se refletiu na eleição de "meio mandato" nos Estados Unidos. Pela apuração até agora, o Partido Democrata já conseguiu a maioria na Câmara e no Senado. 
    Pelo menos, Donald "Tramp" fez uma coisa (importante!) que o miliciano que fugiu para os Estados Unidos não fez: Reconheceu a derrota. Aceitou o resultado. Entretanto, mostrou um boné onde está escrito "VETO".
    Mas... como Trump é "Tramp", já mandou o recado: "Eles têm a maioria. Vão mandar projetos que vão ser vetados...aí vamos ter de negociar."
    O resultado é importante porque  baixa a bola dos trumpistas lá e dos bozonaros aqui. 

terça-feira, 3 de novembro de 2026

𝗠𝗜𝗟𝗜𝗧𝗔𝗥𝗘𝗦 APOSTAM EM 𝗧𝗔𝗥𝗖Í𝗦𝗜𝗢 PARA 2030 DEPOIS DA 𝗙𝗨𝗚𝗔 𝗗𝗘 𝗙𝗟Á𝗩𝗜𝗢 𝗕𝗢𝗭𝗢𝗡𝗔𝗥𝗢

                              



       Honra, lealdade, caráter, gratidão. Princípios que devem orientar a vida de todo mundo, mas que são muito fortes para as Forças Armadas. E na tradição militar, um comandante abandonar a tropa é imperdoável.
    Pois o candidato miliciano negou todos esses princípios e ainda largou a tropa e fugiu para os Estados Unidos.
    Isso os militares não perdoam. Mas dos militares também não dá pra perdoar algo que a Folha de S. Paulo m informa e eu informo vocês: Na caserna já começa o zum-zum-zum de que os oficiais já estariam transferindo o apoio deles do clã Bozonaro para o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). 
    Por que isso é inadmissível? Por um motivo bem simples: Militar não deve se meter em política. Deve seguir a Constituição e se preocupar com a defesa/segurança do país. Para isso existem a Aeronáutica, o Exército e a Marinha. Política é para os civis. 
    E por que os comandantes das Forças Armadas querem "abraçar" Tarcísio? Pelo perfil dele: Também é de extrema direita, também é ultraconservador e também foi militar.
   É capitão da reserva do Exército. Deu baixa em 2008. É formado pela Academia Militar das Agulhas Negras e pelo Instituto Militar de Engenharia. Trabalhou na Missão de Paz da ONU no Haiti. E um coronel da reserva fez uma comparação entre a trajetória de Jair Bozonaro (que foi reformado também como capitão) e hoje é presidiário em home office, e a carreira de Tarcísio:
    "Jair saiu pela porta dos fundos. Tarcísio saiu pela porta da frente, passando em concurso público".
      Das conversas de bastidores já está claro que o governador de São Paulo quer voo próprio em 2030, se descolando do clã. Mas até onde vai o que é desejo e o que é atitude de romper?
    Afinal, Tarcísio de Freitas virou um político de sucesso pelas mãos do clã.




𝗘𝗟𝗘𝗜ÇÕ𝗘𝗦 𝗘𝗠 𝟮𝟬𝟮𝟲: A DIFERENÇA ENTRE OS 𝗘𝗦𝗧𝗔𝗗𝗢𝗦 𝗨𝗡𝗜𝗗𝗢𝗦 𝗘 𝗢 𝗕𝗥𝗔𝗦𝗜𝗟 É ENORME

                              



         25 de outubro de 2026. Dia do segundo turno da eleição no Brasil. Exatamente às 21h08 do mesmo dia, o TSE declarou Lula (PT) reeleito para a Presidência da República. 
    Tudo resolvido rapidamente com o uso das urnas eletrônicas. O Brasil dá uma aula para o mundo de como escolher representantes de forma segura e democrática.
    Já nos Estados Unidos... que se "autoproclama" (oops! já ouvi um fujão dizendo isso na semana passada...) a maior democracia do planeta, o sistema eleitoral é antiquíssimo. Ultrapassado. Além de tudo é muito complicado de entender. Acho que nem os americanos entendem direito...
    Os EUA vivem, agora, as eleições do chamado "midterm" ( meio de mandato). Mas não existe só um dia de ir às urnas. 
    Pra começar... o voto na terra do Tio Sam não é obrigatório. Mas quem quiser participar precisa fazer um registro antes. Eleição por lá não acontece no domingo nem é feriado nacional. Há o "dia oficial" da votação, que é a primeira terça-feira de novembro. Sempre. Mas é possível comparecer à seção eleitoral com semanas ou dias de antecedência. Também há a opção do voto pelo correio para facilitar a vida de quem trabalha.
    Mas... as regras gerais da eleição são definidas em cada um dos 50 estados...
    No midterm, os americanos vão eleger todos os 435 deputados. Por lá o mandato deles é de apenas 2 anos... Para o senado, 35 das 100 cadeiras estão em disputa. O mandato deles é de 6 anos e a cada 2 anos, um terço é renovado.
    Pra não complicar muito (nem ficar chato pra carai...)  bora lembrar que os eleitores norte-americanos não elegem diretamente o presidente da República. Lá é indireta. Quem escolhe o presidente é um colégio eleitoral formado por 538 delegados que , na maioria, são líderes locais, ativistas históricos, figuras politicas ligadas aos partidos ou funcionários públicos. Mas a Constituição proíbe que senadores e deputados federais votem.
    E a apuração das urnas nos EUA deve levar dias...
    No resumo da ópera (ou da eleição): O sistema americano parou no fim do século 19. Enquanto no Brasil o futuro começou faz tempo...

    * A imagem tem o auxílio da I.A.



segunda-feira, 2 de novembro de 2026

CÂMARA OU MINISTÉRIO? 𝗝𝗔𝗡𝗢𝗡𝗘𝗦 JÁ DECIDIU !

    

O deputado federal André Janones (Rede/MG) já decidiu! O "general" do "Exército do Lula" disse que não pretende ocupar um cargo no Ministério do governo Lula 4.
    Ele fez a declaração na rede social.

    

domingo, 1 de novembro de 2026

𝗘𝗫-𝗔𝗚𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗗𝗢 𝗠𝗢𝗦𝗦𝗔𝗗 𝗔𝗝𝗨𝗗𝗢𝗨 𝗡𝗔 𝗙𝗨𝗚𝗔: 𝙁𝙇Á𝙑𝙄𝙊 𝙀 𝙊 𝙀𝙎𝙋𝙄Ã𝙊 𝙌𝙐𝙀 𝙈𝙀 𝙇𝙀𝙑𝘼𝙑𝘼

                                                




        É, moçada! Um ex-agente do Mossad (o serviço secreto de Israel) ajudou Flávio Bozonaro (PL) a fugir do Brasil.  O dito espião que conseguiu cidadania americana (o que facilitou os trâmites da fuga Brasil-Argentina-Estados Unidos) chegou ao Brasil no dia 19 de outubro, seis dias antes do segundo turno da eleição. 
    O plano do miliciano para se escafeder já estava pronto há algum tempo. Não é uma coisa que se decide em cima da hora. Tipo ele chega em casa, dá na telha que quer dar no pé e fala pra mulher: "Amor, hoje vamos fugir. Vamos até a Argentina pegar um jatinho e viajar para os EUA".
   O tal agente, segundo a CNN Brasil, acompanhou o ignóbil desde Brasília até o embarque no jato Gulfstream G400 da empresa argentina Baires Fly. Entre tantas dúvidas sobre a fuga, uma delas é: Quem pagou os 800 mil reais do aluguel do avião? 
    Deu no New York Times: O estrategista político Jason Miller, ligado ao presidente Donald Duck "Tramp", teria ajudado a disponibilizar o avião.
    Isso quer dizer o quê? Que foi a Casa Branca que pagou o voo? Acho muito pouco provável. O Laranjão já fez bastante em conceder o visto de entrada na Terra do Tio Sam.
    Sobre o espião que ajudou na fuga, especialistas lidos e ouvidos pelo Bora Pensar! afirmam:  Agentes do Mossad não são como os agentes que aparecem nos filmes. Na vida real, eles se vestem e se comportam como pessoas comuns. Para passarem despercebidos.
    Quanto menos características tiverem, melhor para preservar a identidade secreta.  Assim torna mais difícil reconhecê-los. 
    E facilitar a fuga de um pilantra.

    * A imagem (ilustrativa) tem o auxílio da I.A.
    




sábado, 31 de outubro de 2026

"𝗦𝗘𝗦𝗦Ã𝗢 𝗗𝗘 𝗖𝗜𝗡𝗘𝗠𝗔": QUANDO FRANK SINATRA E TONY CURTIS 𝗗𝗜𝗦𝗣𝗨𝗧𝗔𝗠 𝗢 𝗔𝗠𝗢𝗥 DE NATALIE WOOD

   



    Frank Sinatra (1915-1998) além de ótimo cantor (conhecido por "The Voice") também foi muito bom ator. Ganhou um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por "A Um Passo da Eternidade", em 1954 e foi indicado, em 1956, a Melhor Ator pelo filme "O Homem do Braço de Ouro". Tony Curtis (1925-2010), uma vez tornou pública sua decepção por nunca receber um Oscar. Conseguiu, no máximo, uma indicação a Melhor Ator, em 1959, por "Acorrentados".  Natalie Wood (1938-1981) nunca levou o "homenzinho dourado" para casa, mas recebeu três indicações. Em 1956 como Melhor Atriz Coadjuvante  por "Juventude Transviada"; em 1962  de Melhor Atriz por "Clamor do Sexo"; e, em 1964, também de Melhor Atriz por "O Preço de Um Prazer".
    Dito isso, após esse preâmbulo  cinebiográfico, e depois de cruzar informações/opiniões de críticos de cinema, dá pra concluir que Sinatra foi considerado um muito bom ator com momentos de excelente ator. Tony Curtis bom (quase muito bom) ator. Fazia mais o tipo galã canastrão. O trabalho foi construído mais em cima da beleza dele que, para os estúdios de Hollywood, era certeza de retorno de bilheteria. Natalie tinha beleza e muito talento. Fez bem a transição de atriz mirim para intérprete de papéis adultos. E se tornou uma estrela ainda bem jovem. Antes dos 25 anos já havia recebido 3 indicações ao Oscar.
    "Kings Go Forth" (1958) no Brasil recebeu o título "Só Ficou a Saudade". Embora não seja o melhor filme de Sinatra, Curtis e Natalie, é uma oportunidade de ver os três atuando juntos.
    A história se passa no fim da Segunda Guerra Mundial e tem o charme de ser na França, no sul do país, a Riviera Francesa.  Dois militares do exército americano, o tenente Sam Loggins (Sinatra) e o cabo Bitt Harris (Curtis) se apaixonam pela mesma mulher, Monique Blair (Natalie).
    O roteiro - além do tema da guerra - também trata de preconceito racial e casamento interracial.  E racismo e guerra acabam se encaixando na história.
    O filme trazia uma temática considerada "ousada para a época", a questão racial e o relacionamento de pessoas brancas com  negras/mestiças. Outra coisa que não era comum nessa fase de Hollywood era a diferença de idade entre personagens que se envolviam romanticamente: Frank Sinatra era 23 anos mais velho que Natalie Wood.
    "Kings" foi rodado pelo diretor Delmer Daves em Nice e em Villefranche-sur-Mer . Também teve locações na Califórnia. A fotografia é em preto e branco.
    Curioso que o título no Brasil quase entrega o fim do filme. Ô louco!!!

                                   


    * O filme está disponível no streaming Prime. Mas, atenção: É uma versão com áudio só em inglês (com algumas falas em francês) e legendas em inglês,  e sem versão dublada e sem legendas em português.



"𝗟𝗜𝗦𝗧𝗔 𝗗𝗘 𝗤𝗨𝗘𝗠 𝗡Ã𝗢 𝗖𝗢𝗠𝗣𝗥𝗔𝗥" : 𝗡𝗔𝗭𝗜𝗦𝗧𝗔𝗦 FAZIAM ISSO !!!

                                          



        Você que é uma pessoa democrata, humanista, defensora dos direitos humanos, defensora do livre pensar e do livre expressar, deve ter ficado INDIGNADA com a "campanha" que ultraconservadores bolsonaristas começaram contra comerciantes que simpatizaram com a candidatura democrática de Lula e Alckmin.
    Nas redes sociais, esses ultraconservadores passaram a sugerir, depois do segundo turno, que as pessoas "não comprassem de petistas" e que "demitissem quem votou no PT".  Não precisa ser um PHD em direito internacional para saber que isso é crime..
    Mas a gente sabe onde eles se "inspiraram" para cometer crime de lesa-humanidade.
    1º de abril de 1933. O regime nazista comandado por Adolf Hitler decretou o Judenboykott - "boicote aos judeus". 
    A dita "Juventude Hitlerista" e as tropas paramilitares da SA ficaram na entrada de lojas, escritórios e consultórios médicos, de propriedade de judeus. Carregavam cartazes onde estava escrito: "Alemães, defendam-se! Não comprem de judeus!"
    Faziam exatamente o que se faz no Brasil de hoje: Intimidação/"convencimento" para que os cidadãos não comprassem produtos/serviços de quem era considerado "inimigo". Objetivo: forçar o fechamento dos negócios e excluir essas pessoas da sociedade alemã.
    No Brasil os bolsonaristas tratam adversários políticos como "inimigos".
    E, para eles,  quem é "de esquerda" deve ser eliminado politicamente e fisicamente. 
    Muuuuuuitoooo parecido com o que os nazistas faziam na Alemanha de Hitler.