11 de setembro de 2001. Às 8h46 da manhã, o Voo 11 da American Airlines se espatifou na Torre Norte do World Trade Center. Às 9h03, o apresentador Carlos Nascimento, eu, e boa parte do planeta, pensamos que era "replay". Mas não era! Dessa vez, o Voo 175 da United Airlines atingiu em cheio a Torre Sul, também do WTC.
No atentado do dia 11, morreram 2.977 pessoas. Nos dois prédios e nos aviões. A essas vítimas, se somarmos os 19 terroristas que também perderam a vida nos ataques, dá um total de 2.996 mortos. E não foi só na colisão contra as Torres Gêmeas. Outro avião atingiu a sede do Pentágono na Virgínia matando pessoas a bordo e no local. E uma quarta aeronave caiu em um campo aberto na Pensilvânia, quando passageiros tentaram retomar o controle do voo. Uma das hipóteses que se levantou, na época, é que esse avião seguia em direção à Casa Branca.
O QUE O GOVERNO AMERICANO ESCONDEU
Documentos liberados pela prefeitura de Nova York ( e são mais de 170 mil páginas!) revelaram que, para acelerar a reabertura da cidade, políticos e a Agência de Proteção Ambiental afirmaram que o ar em Manhattan era "seguro para respirar".
Não era. Relatórios da época feitos por técnicos apontavam níveis alarmantes de amianto, chumbo, mercúrio e poeira altamente alcalina. Consequência: Nesses 25 anos, cerca de 50 mil pessoas foram diagnosticadas com câncer ligado ao Marco Zero. Com isso, a chamada "poeira tóxica" matou entre 6 mil e 9 mil pessoas.
Para compensar - e tratar - doentes que sofrem sequelas daquele dia, foram criados programas de assistências médicas federais. Entre eles o World Trade Center Health Program. Cerca de 140 mil sobreviventes são atendidos.
Bora Pensar! Dá pra concluir que a tragédia não acabou naquele dia. E parece que não vai terminar nunca.












